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18 de out. de 2016

Ensinando o seu gato – adestramento


Sempre que se adota ou compra um animal, seja de raça ou não, a pessoa que o adota automaticamente se torna responsável por esse animal. O adestramento é parte dessa responsabilidade e melhora o relacionamento e a comunicação entre o proprietário e o animal, tornando-os mais próximos.

Com o adestramento, o bichano aprende a não subir em mesas e balcões da cozinha, a não arranhar os móveis, não roubar alimentos, fazer as necessidades no local correto, não ser agressivo, etc. Também fazem parte do adestramento as orientações sobre como melhorar o ambiente para o gato, estimular brincadeiras,arranhadores e uso da caixa higiênica.

Ensinando o seu gato – adestramento


Adestrar um gato é como adestrar um cachorro? Como se dá o adestramento básico de um gato (local de fazer as necessidades, o que pode ou não fazer, etc)?
Como você já deve ter percebido, adestrar um gato envolve métodos diferentes daqueles usados no adestramento de cães. O gato aprende muito cedo. Antes mesmo de um mês de idade já manifesta padrões de procurar areia para eliminação de excretas e de cavá-la para cobrir. Essa etapa é bem simples. Basta uma caixinha plástica com areia sanitária. Depois da primeira vez que fizer na caixinha, dificilmente vai errar depois. Se não tiver outros gatos na casa, experimente colocar seu bichinho de estimação na frente da caixa logo após a refeição.
Aprendendo com os gatos
Gatos podem ser adestrados em qualquer idade. No entanto, quanto mais jovens, mais fácil é para que se acostumem a ter que cortar as unhas, tomar banho, ser escovados, usar coleira e sair de casa. Mas, como foi dito, os gatos adultos e mesmo os idosos (ler: Envelhecimento dos gatos) também aprendem.
A seguir, algumas dicas na tarefa do adestramento de gato.
1- A primeira coisa a ensinar é fazer as necessidades na caixinha.
Leve-o até ela algumas vezes para que o bichano aprenda. Em se tratando de gato, aprende rápido. Conserve e caixinha sempre limpa ou o gato evitará visitar a caixinha.
2- Ensine a palavra “não” ao seu gato, desde pequeno. O “não” deve ser usado sempre que ele fizer coisas erradas, como morder, subir em locais proibidos, arranhar móveis, etc. Os comandos são a linguagem que as pessoas usam para se comunicar com o bicho.
3- Chame-o pelo nome e emita sons diferentes para que ele reconheça que é o dono quem o chama. Isso cria uma identidade com o animal. O tom de voz é muito importante. Gatos e cães não compreendem palavras. Até as reconhecem, mas de modo rudimentar. O importante mesmo é o tom de voz utilizado.
Jamais agrida ou maltrate seu animal, muito menos para que obedeça aos comandos. Em primeiro lugar, agressão a animais é crime previsto em Lei. Em segundo, quando você o agride para que ele realize algum comando, você perde o respeito do animal e gatos podem reagir com arranhões e mordidas."Fonte: osgatos"

17 de out. de 2016

Ciclo de vida do bicho-da-seda




Introdução
A sericicultura, é uma arte milenar que começou na China há cerca de 5000 anos. Esta, compreende a cultura da amoreira, a criação do bicho-da-seda e a produção dos fios de seda para a indústria têxtil, sendo considerada uma das actividades agroindustriais mais antigas praticadas pelo Homem (6). Os quatro maiores produtores mundiais de seda são a China, o Japão, o Brasil e a Índia.
A lagarta da espécie Bombyx mori, designada por bicho-da-seda é um insecto com grande importância económica, já que os seus casulos são utilizados no fabrico da seda(2).
Cerca de 95% da seda produzida no mundo provém desta espécie (6). Este insecto encontra-se totalmente domesticado devido à forte manipulação genética a que foi sujeito, com o objectivo de obter uma espécie boa produtora de seda. O fio de seda é um produto filamentoso de origem proteica, que é produzida nas glândulas sericígenas das lagartas do bicho-da-seda (6).
A maior ameaça à sericicultura são as doenças que directamente podem atacar o bicho-da-seda, tais como: o vírus da poliedrose nuclear; o vírus da poliedrose citoplasmática; o vírus da flacidez infecciosa e o vírus da densonucleose (3,5).


O Ovo
O ovo mede aproximadamente 1 a 1,3 mm, sendo oval e achatado. Depois da postura tem cor amarela, se fecundado passa a amarelo-forte, alaranjado e finalmente cinzento (6). Após a quebra do período de dormência a lagarta sai do ovo ao fim de 7 a 21 dias (1).


Lagarta ou Larva
O ciclo larvar vai desde a eclosão do ovo até à fase de formação do casulo, tem a duração de cerca de 24 dias (1,3).
Neste estágio, a lagarta alimenta-se exclusivamente das folhas da amoreira que é originária da China, botanicamente pertence à família Moraceae e ao género Morus (3).
A lagarta quando sai do ovo tem de 1 a 3 mm, cresce muito e necessita de trocar de exoesqueleto quitinoso, esta troca é designada de muda, ocorrendo 4 mudas de pele, nas quais a lagarta deixa de se alimentar (1,3). O espaço de tempo entre as mudas de pele são denominados de idade ou instar, passando a larva desde a eclosão até à formação do casulo por cinco idades (3).

Formação do Casulo
A lagarta na 5ª idade, apresenta 7 cm de comprimento e o órgão mais desenvolvido é a glândula sericígena, no final desta idade a lagarta tece um casulo de seda, constituído principalmente pelas proteínas fibroína e sericina, que são produzidas pelas células da glândula da seda e expelidas pela boca (1). O mecanismo de formação do fio de seda nas glândulas sericígenas é único, e muito estudado. A glândula sericígena é dividida morfologicamente em 3 partes: posterior, mediana ou central e anterior. A parte posterior ou região secretora sintetiza as moléculas de fibroína e a proteína P25, que formam o fio insolúvel. Na região mediana há secreção de sericina, que fornece ao fio uma camada aderente. A parte anterior é responsável em secretar um fio simples de seda pronto para a formação do casulo, nesta região encontra-se também a mucoidina, que auxilia durante a passagem do fio de seda na glândula. A fibroína solidifica-se no momento que o fio sai, no entanto a camada de mucoidina permanece mole por um certo tempo, permitindo que a lagarta cole entre si as diferentes camadas de fio para tecer o casulo (4).


O Casulo
Os casulos apresentam diferentes cores e diferentes formas, que dependem das raças:

  • quanto à cor: a branca é relativa às raças chinesas e europeias; a amarela às raças europeias e a esverdeada às raças indianas.

  • quanto à forma: arredondada é característica das raças chinesas; ovalada das raças europeias, e em forma de amendoim das raças japonesas.

Existe preferência pelos casulos brancos devido a apresentarem maior facilidade no tingimento (3).


Pupa ou Crisálida
No interior do casulo o corpo da lagarta transforma-se, formando a pupa ou crisálida, continua o processo de transformação até à formação do indivíduo adulto, a mariposa. Este estágio dura cerca de 10 dias (1).

O Adulto
Para sair do casulo a mariposa liberta um líquido alcalino que corrói uma das extremidades do casulo abrindo uma abertura para a sua saída (1). Neste estágio o insecto não se alimenta e é nesta fase que se dedica à reprodução da espécie. Depois do acasalamento a fêmea faz a postura de 200 a 500 ovos, e tal como o macho morre. Este estágio tem a duração de cerca de 10 a 16 dias (1).


Bibliografia:
(1) Brancalhão, Rose M. C. - Bicho da seda. Acesso online: http://www.seab.pr.gov.br/arquivos/File/complexo_da_seda/b_mori.pdf. 2005.
(2) Lira, Michael J. S. - Susceptibilidade do ovário de Bombyx mori L., 1758 (lepidoptera:bombycidae) ao vírus da poliedrose nuclear múltiplo. Dissertação apresentada ao curso de Pós-graduação em ciências biológicas (área de concentração – Biologia Celular), da Universidade Estadual de Maringá, para obtenção do grau de Mestre em Ciências Bio. Maringá-PR. 2007.
(3) Brasil. Coordenador: Luiz Antonio F. Cascão - Estudos para o desenvolvimento de atividades agrícolas e industriais integradas. Projectos especiais. Sericicultura. s/d.
(4) Silva, Patrícia R. e Zanetti, Ronald - Resposta técnica produzida pelo Serviço Brasileiro de respostas técnicas. 2006.
(5) Watanabe, Hitoshi - Genetic resistance of the silkworm, Bombyx mori to viral diseases. Current Science, Vol. 83, nº4, Special scction: Recent advances in silkworm biology. http://www.wormspit.com/bombyxsilkworms.htm. 2002.
(6) Zanetti, Ronald- Notas de aulas de ENT 110- Sericicultura. DEN/UFLA. s/d.

Como Criar uma Caranguejeira


As aranhas caranguejeiras (ou tarântulas) conquistam cada vez mais o seu espaço como animal de estimação, sendo criada em praticamente todo o mundo.
Existem cerca de 280 espécies de caranguejeiras, terafosídeos, que compreendem as subfamílias dos avicularinídeos, iscnocolídeos, gramostolídeos e terafosíneos. As mais encontradas na natureza, particularmente na amazônia, são as Avicularias sp. e as Theraphosa blondi
As caranguejeiras são animais considerados de fácil manutenção e muito resistentes.
Mesmo que proibido no Brasil, muitas pessoas matem esses animais como animal de estimação, sendo a maioria deles foram coletados da natureza ou contrabandeados, o que não ocorreria se a importação de animais nascidos em cativeiro fosse liberada.
O veneno na maioria das espécies não causa danos sérios aos humanos, mas existem exceções, por isso procure se informar bem sobre os hábitos de seu animal antes de adquiri-lo.
Terrário para Caranguejeira

Com certeza muitas pessoas mantêm suas aranhas caranguejeiras (ou tarântulas) de forma inadequada, em terrários mal planejados.
Um aranha terrestre de 15cm, por exemplo, necessita de um terrário de no mínimo 35×20×20cm, já se for uma aranha arborícola ela necessita de um terrário de no mínimo 35×20×35cm (comprimento×largura× altura) com um ou mais galhos para ela escorar sua teia.
Alguns criadores mantém aranhas do gênero Avicularia em terrários com menos de 25cm de comprimento, sem nenhum galho ou tronco para ela subir, o que é errado, e elas muitas vezes acabam morrendo logo.
Para o substrato o essencial é a terra que pode ser misturada a vermiculita e pó ou fibra de coco, o terrário bioativo com minhocas e tatuzinhos são super bem vindos por que eliminam o resto da comida da caranga deixando o substrato sempre limpo e fofo, e não precisando de troca de substrato. Quanto menos se mexer no terrário melhor, pois a aranha tece suas teias por vários motivos mais principalmente para mapear o terrário e o que tem nele, sempre que tirar esse tapete de teia dela é como deixar ela cega o tempo todo o que acaba estressando mais o bicho reduzindo assim seu tempo de vida.
Plantar plantas é uma ótima maneira de deixar seu terrário um pouco mais natural, só que tem que prestar atenção se ela precisa de muita iluminação, existem também aquelas plantas que não precisam de luz solar, geralmente dessas que ficam dentro de casas, ex: comigo-ninguém-pode, jiboia, e alguns tipos de musgo, já para plantas que precisam de luz solar uma lâmpada com luz ultravioleta vem bem a calhar.


Na decoração de terrários para aranhas terrestres pode ser usado algumas pedras e troncos caídos ou cascas de árvore, que proporcionam um esconderijo, já as arborícolas preferem apenas alguns galhos e troncos, que é necessário.
                              Alimentação

Praticamente todas as aranhas caranguejeiras se alimentam de insetos e camundongos recém nascidos (ainda sem pêlos). Algumas espécies tem preferência por um determinado alimento mas podem aceitar outros.
A maioria das espécies se alimentam em média a cada cinco dias, mas a quantidade também varia de acordo com a espécie. As vezes é comum que ela rejeite comida por algumas semanas, mas logo elas trocam de “pele” e voltam ao “normal”, mas se ela continuar rejeitando pode ser que ela não esteja bem e é aconselhável procurar um biólogo especialista ou veterinário.
Algumas espécies como a Theraphosa blondi, por exemplo chegam a comer até pequenos pássaros, por isso elas levam o nome de Bird Eater Tarantula (Tarântula Comedora de Pássaros); esta aranha é nativa da região amazônica e no Brasil é difícil encontrar um exemplar que não seja fruto de contrabando ou coletados da natureza para vender.

                                Manuseio

Algumas tarântulas como por exemplo a Rose Hair Tarantula (Granmostola spatulata) costumam ser muito dóceis, ao contrário de outras como a Skeleton Tarantula (Ephobopus murinus), nativa do nordeste brasileiro são extremamente agressivas, sendo totalmente desaconselháveis o manuseio. Outras tarântulas, por exemplo, possuem outro mecanismo de defesa: quando se sentem ameaçadas lançam sobre o inimigo uma “nuvem” de pelos irritantes e caso isso aconteça deve-se lavar bem as mãos com água e sabonete.
Para manusear uma tarântula o mais pratico é colocar a mão estendida sem movimentos bruscos na sua frente e tocar levemente a aranha por trás até ela subir na sua outra mão, ou então colocar um pote ou copo na sua frente e com a própria tampa do pote ir tocando atrás da aranha até ela caminhar para dentro do recipiente. Outro modo de manusea-la é segurar o animal com os dedos no abdome, entre o segundo par de patas, sem aperta-lo muito contra o chão, mas o segurando firme e levanta-la, assim que você a ergue, ela para de se debater e fica imóvel.

                                 Ambiente

Caranguejeiras existem em uma infinidade de ambientes: desertos, savanas, florestas, cerrados, bosques, etc.
Algumas vivem em buracos no solo, outras são errantes e outras são adaptadas a vida nas árvores.

      Espécies recomendadas para iniciantes e seleção
As aranhas consideradas de baixa agressividades são as melhores para principiantes. As principais espécies de baixa agressividade e que hoje nos EUA e outros países da Europa são largamente criadas em cativeiro mais indicadas são a Rose Hair, Pink Toe, Mexican Red Leg, Brasilian Black e algumas outras.
Antes de adquirir uma aranha, tenha certeza de que a espécie que você esteja adquirindo seja mesmo a espécie que você planejou ter. Nunca compre por impulso. Verifique se há machucados e se todas as pernas estão inteiras. O sangue das tarantulas é azul, verifique se não há sinais de sangue e se o exemplar está se alimentando bem. Para isso observe se em seu terrário tem algum resto de alimento, e a aranha que se alimenta bem geralmente é mais “gordinha”, mas pode ser que tenha sido coletada recentemente e por isso ainda aparenta ter um bom estado. Procure saber a procedência do animal, é mais aconselhável comprar um exemplar importado e que já esteja bem adaptado. NÃO compre espécies coletadas da natureza pois dessa forma você estará contribuindo para a conservação de nossa fauna e flora e a diminuição do contrabando. Quem realmente gosta de animais não compra exemplares que tenham sido retirados da natureza."Fonte: duvidasdeexoticos"

13 de out. de 2016

Como Remover o Odor da Urina de Gatos e Cães do Estofamento

Ter animais de estimação é uma experiência gratificante para pessoas de todas as idades e de todos os estilos de vida, mas a parte da limpeza pode levantar muitas questões e preocupações. Cães e gatos, os bichinhos mais comuns de se ter em casa, têm o infeliz hábito de urinar em tudo que é lugar, seja sofá, tapete, poltrona... Isso acontece muito com filhotes, pois ainda não foram ensinados a usar a bandeja sanitária nem a visitar o quintal nos momentos certos. Entretanto, se o animal desenvolver esse comportamento de uma hora para outra, fique de olho! Pode ser sinal de doença e, nesse caso, você precisa levá-lo ao veterinário. Enquanto isso, é muito importante limpar a urina e eliminar todo o cheiro para que o animal não se alivie naquele lugar novamente.

Método 1
Usando um detergente enzimático

  1. 1
    Descubra o local afetado o mais rápido possível. A urina pode ser ainda mais difícil de se remover caso penetre no estofado e até mesmo na parte de madeira do móvel. Na maioria dos casos, a mancha pode ser vista imediatamente. Se não:
    • Experimente usar o nariz. A urina dos animais geralmente tem um cheiro muito característico de amônia.[1]
    • Use uma luz negra. Por causa de suas propriedades químicas, a urina dos animais brilha sob essa luz mesmo depois de seca. A dica é marcar o local de alguma forma para saber onde limpar. Use um pedaço de giz ou até mesmo fita crepe.
  2. 2
    Absorva o líquido com jornais ou toalhas de papel. Não se esqueça de colocar luvas para não sujar as mãos. Pressione com bastante força.
    • Uma dica muito interessante é colocar o jornal sujo no local onde o animal deva urinar. Com um gato, por exemplo, coloque o papel dentro da caixa de areia. Essa é uma maneira bastante positiva de disciplinar os bichinhos, pois você estará transferindo o cheiro da urina para os locais apropriados
  3. 3
    Aplique o produto de limpeza no local afetado. Deixe agir de 10 a 15 minutos e, em seguida, absorva o máximo possível do líquido com o auxílio de mais folhas de jornal. Você também pode usar toalhas de papel ou um pedaço de pano. Por fim, deixe secar.
    • Se o detergente enzimático não remover o cheiro na primeira vez, repita o procedimento.
    • Muitas ligações químicas encontradas na composição da urina precisam ser quebradas por enzimas.[2] Por exemplo, quando o animal urina, a ureia se transforma em uma bactéria que, posteriormente, dá o cheiro característico ao líquido. Com o tempo, o odor só tende a piorar. Felizmente, a maioria das substâncias da urina pode ser removida com água e sabão. No entanto, o ácido úrico não é solúvel em água e, portanto, precisa ser limpo com um detergente enzimático.
  4. 4
    Cubra o local para deixar o produto agir. A dica é colocar um pedaço de papel-alumínio sobre a mancha para evitar que os animais voltem a urinar ali e também ajudar os membros da família a se lembrarem de não pisar nem sentar naquela área.
    • A mancha pode levar muito tempo para secar. Se tiver penetrado no estofamento, esse tempo pode até mesmo ser de vários dias.
    • O papel-alumínio é uma excelente barreira para impedir que o animal de estimação volte a urinar no móvel. O barulho e a textura do produto podem fazer com que ele se esqueça da existência daquele local.
    • Se estiver limpando uma almofada, por exemplo, deixe o máximo possível no sol.

Método 2
Usando outros métodos

  1. 1
    Apenas os detergentes enzimáticos podem remover completamente o odor da urina.Produtos como bicarbonato do sódio, sabão ou vinagre vão apenas mascarar o cheiro temporariamente. No entanto, essas alternativas são interessantes para o caso de você não ter um detergente enzimático no momento da limpeza. Mais tarde, porém, será preciso utilizá-lo.
    • Do contrário, o cheiro da urina vai subir novamente, e o animal vai voltar o utilizar aquela área.
  2. 2
    Use bicarbonato de sódio e vinagre. Quando combinados, criam água e acetato de sódio.[3] Essa substância age como um elemento abrasivo e remove quaisquer resíduos. Separadamente, o bicarbonato ajuda a eliminar quaisquer odores, e o vinagre auxilia na higienização do local. Para se usar esse método, há várias etapas:
    • Absorva o máximo possível de líquido com jornais ou toalhas de papel.
    • Polvilhe o bicarbonato de sódio generosamente sobre o local e deixe agir por cinco minutos. Isso serve para remover o odor causado pela mancha.
    • Em um pulverizador, misture partes iguais de água e vinagre branco destilado. Você também pode usar uma tigela ou qualquer outro recipiente.
    • Pulverize essa solução diretamente sobre a mancha. Aguarde mais cinco minutos.
    • Seque com jornais ou toalhas de papel.
  3. 3
    Use água oxigenada, detergente e bicarbonato de sódio. A água oxigenada (peróxido de hidrogênio) vai oxidar alguns elementos químicos presentes na urina. Para se usar esse método, as etapas também são várias:
    • Absorva o máximo possível de líquido com jornais ou toalhas de papel.
    • Polvilhe o bicarbonato de sódio generosamente sobre o local e deixe agir por cinco minutos. Isso serve para remover o odor causado pela mancha.
    • Em uma tigela, misture 1 xícara de água oxigenada 10 volumes com 1 colher de chá de detergente.
    • Despeje essa solução em uma toalha e aplique na mancha.
  4. 4
    Use Listerine é agua. Os enxaguantes bucais têm um cheiro extremamente forte e, por isso, podem ajudar a mascarar o odor da urina. Coloque um pouco de Listerine em um pulverizador e aplique sobre a área manchada.
    • Lembre-se de que esse método não limpa nem remove a mancha! O enxaguante bucal serve apenas para deixar a casa com um cheirinho mais agradável.

Dicas

  • Se nenhum método acima funcionar ou esses acidentes forem algo frequente, considere a compra de uma máquina específica para limpar estofamentos, carpetes e/ou tapetes. Com certeza, vai poupar muito sofrimento e deixar tudo novo em folha.
  • Para um efeito ainda melhor, borrife um aromatizador no ambiente.

Avisos

  • Nunca use água sanitária para limpar a urina dos animais de estimação, pois ambos os líquidos contêm amônia. Como resultado, os bichinhos vão usar o mesmo local outra vez.
  • Sempre use luvas durante o processo de limpeza.
  • Descubra o motivo desse comportamento. O animal pode estar com uma infecção urinária, por exemplo. O problema também pode estar sendo causado por estresse ou medo. Observe o bichinho e marque uma consulta no veterinário.

Fontes e Citações

  1. ↑ http://www.humanesociety.org/animals/resources/tips/removing_pet_stains_odors.html?referrer=https://www.google.ca/
  2. ↑ http://catcentric.org/care-and-health/removing-cat-urine/
  3. ↑ http://www.quickanddirtytips.com/education/science/vinegar-baking-soda-the-ultimate-cleanser?page=2
"Imagens Fonte: wikihow"

Reproduzindo e Criando Louva a Deus - Esperança

Um inseto fascinante, o louva-a-deus está presente no mundo todo e pode ser um excelente animal de estimação. Até aqueles que não gostam de muitos insetos podem ser persuadidos pelo jeito com que o louva-a-deus vira a cabeça e olha por trás dos ombros à procura do dono (na realidade, ele é o único inseto que faz isso!).[1] Existem louva-a-deus de várias cores além dos icônicos verde e marrom: o Hymenopus coronatus, também conhecido como louva-a-deus orquídea, é cor-de-rosa. O tipo de louva-a-deus a que você terá acesso depende da região do mundo em que você mora e da forma com que pretende obtê-lo (capturando-o na natureza ou comprando-o de uma pet shop). Esse animal é mais peculiar e interessante do que parece à primeira vista, e tomar conta dele é fácil e divertido!


Parte 1
Encontrando um louva-a-deus


  1. 1
    Encontre um louva-a-deus. Ele pode ser encontrado em boa parte do mundo. Foi trazido à América do Norte no século XIX, onde, desde então, se naturalizou.[2] Se você sabe que há louva-a-deus selvagens na sua região, a melhor opção é apanhar um na natureza. Com cerca de 7,5 cm de tamanho e geralmente em marrom ou verde, esses insetos se misturam perfeitamente às folhas e galhos das árvores em que se abrigam, fazendo com que seja difícil avistá-los.
    • Procure-os em lugares com muitos arbustos, grilos e borboletas — estes são os alimentos favoritos dos louva-a-deus.
    • Olhe atentamente. Esses bichinhos são mestres do disfarce. A maioria deles é verde e esguio, muito embora haja espécies mais largas e acinzentadas, e até algumas rosadas. Certas espécies, mais comuns na Ásia e na África, se disfarçam de flores em vez de se disfarçarem de folhas. Tente imaginar como o louva-a-deus se comporta e como se parece quando finge fazer parte de uma planta, e você encontrará um com mais facilidade.

  2. 2
    Providencie um viveiro para o louva-a-deus. Uma vez encontrado, seu novo animal de estimação não vai precisar de muito espaço — a maioria dos louva-a-deus pode viver confortavelmente num espaço de 15 x 15 cm. O viveiro deve ser bem ventilado (o ideal é que seja uma gaiola de malha de arame, para que o louva-a-deus possa escalar e caçar) e ter uma tampa segura. Se for usar um recipiente de plástico, jamais use algum que tenha armazenado produtos químicos.
  3. 3
    Apanhe o louva-a-deus. A não ser que tenha medo de pegar em insetos, você não vai precisar de luvas para essa tarefa. Basta colocar a abertura do recipiente perto dele e, com cuidado, empurrá-lo para dentro com o auxílio de um graveto ou com a mão, se você não se importa de tocá-lo. Feche a tampa imediatamente, uma vez que louva-a-deus são muito astutos e aproveitam qualquer oportunidade para escapar.
  4. 4
    Compre o louva-a-deus. Se você não conseguiu encontrar um inseto selvagem, vá à pet shop da sua região e pergunte se eles podem providenciar um louva-a-deus. Dependendo do que a lei do seu país prevê a respeito de importação e criação de insetos em cativeiro, você vai ter várias espécies de louva-a-deus à sua escolha.
    • As pet shops costumam vender os louva-a-deus ainda em estágio de ninfa (parecida com uma larva). Cada ninfa vem num pequeno recipiente.



  5. Parte 2
    Abrigando o louva-a-deus

    1. 1
      Prepare o viveiro do seu novo animal de estimação. Para ficar feliz e saudável, o louva-a-deus precisa de um bom ambiente. Escolha um abrigo adequado, como um terrário. Estando o inseto em estágio de ninfa, leve em consideração que ele ainda vai crescer. Por fim, a temperatura do viveiro deve ficar sempre próxima dos 24 ºC durante o dia e um pouco menos do que isso à noite.[4]
      • Dê ao louva-a-deus objetos em que ele possa se empoleirar. Esse inseto fica mais confortável em folhas, galhos, gravetos, objetos a que ele possa se agarrar, do que no chão.
      • Decore o viveiro com folhagem, gravetos e outras coisas em que o bichinho possa escalar. Até plantas vivas podem ser usadas na decoração. Além de deixarem o viveiro mais bonito, vão servir como um abrigo natural para o louva-a-deus.
      • Para manter o viveiro na temperatura certa, você pode usar uma lâmpada aquecedora ou um painel de cerâmica. Basta se informar sobre esses itens na pet shop mais próxima.

    Parte 3
    Alimentando um louva-a-deus

    1. 1
      Dê ao louva-a-deus uma alimentação adequada. As necessidades alimentares dele variam de acordo com suas várias fases de crescimento, mas, em geral, não precisa de muita comida.
      • Para um louva-a-deus ainda em estágio de ninfa: moscas drosófilas (conhecidas como moscas das frutas), pequenos grilos, mosquitos, pulgões e outros insetos pequenos.[5]
      • Para um louva-a-deus que já está passando pela muda de exoesqueleto (ou o estágio conhecido como ínstar): ofereça insetos de tamanho maior. No entanto, é normal que o louva-a-deus rejeite certas espécies de inseto durante a ecdise; anote-as e retire-as do cardápio sempre que o louva-a-deus estiver passar pela ecdise novamente.
      • O louva-a-deus maduro requer um pouco mais de trabalho: apanhe borboletas, grilos, gafanhotos e até moscas caseiras. Na natureza, os louva-a-deus se alimentam de quase tudo o que conseguem encontrar e caçar — alguns se alimentam de abelhas, vespas e pequenos pássaros,[6] se bem que caçar estes últimos é uma péssima ideia.
      • Não é necessário comprar grilos na pet shop, apesar de alguns criadores defenderem que grilos selvagens podem transmitir doenças aos louva-a-deus. Há dúvidas de que eles representem algum risco para louva-a-deus comprados em loja, mas são potencialmente malignos para os capturados na natureza. Porém, esse risco existe até quando os grilos são comprados das pet shops — algumas lojas não alimentam e cuidam apropriadamente deles, deixando-os sujeitos a doenças que podem ser transmitidas ao louva-a-deus quando este os ingere. Caso você não conheça bem a reputação da pet shop, alimente os grilos em casa por alguns dias, com a dieta adequada, para só então oferecê-los ao seu louva-a-deus (e isso também serve para grilos selvagens).
      • Não coloque no viveiro do louva-a-deus insetos maiores do que ele — ou a caça pode tomar o lugar do caçador!
      • Louva-a-deus não se alimentam de insetos mortos.
    2. 2
      Proporcione alguma fonte de água para o louva-a-deus. Se você usa a gaiola de arame, pode simplesmente espalhar a água com um borrifador. Se o viveiro tem paredes sólidas (como um terrário), basta colocar uma tampinha de garrafa cheia d'água no interior dele. Lembre-se de que deve haver um galho ou poleiro de onde o louva-a-deus consiga alcançar a água, uma vez que esses insetos não são habituados a ficar no solo.
    3. 3
      Limpe os restos de comida. Bons modos à mesa definitivamente não são a característica mais marcante dos louva-a-deus. Na verdade, eles costumam deixar um rastro de pernas, asas, cascas, entre outros restos, e todos eles precisam ser removidos diariamente. O acúmulo desses restos causa nervosismo no louva-a-deus e, como resultado, ele não vai lidar bem com a vida em cativeiro.
      • Quando estiver limpando as sobras de comida, aproveite para limpar as fezes do louva-a-deus (elas possuem formato de bolinha).

    Parte 4
    Mantendo o louva-a-deus isolado

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      É importante que dois louva-a-deus não dividam o mesmo viveiro. Tão voraz é o apetite do louva-a-deus por outros insetos que ele não hesitaria em devorar outro indivíduo da mesma espécie. Ele está no topo da cadeia alimentar e não vai desperdiçar uma chance de exercitar suas habilidades de caçador, ainda que para isso tenha de praticar o canibalismo.[7] Providencie um viveiro para cada louva-a-deus que pretende criar.

    Parte 5
    Manuseando o louva-a-deus

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      Manipule-o com cuidado. Apesar de parecer forte, o louva-a-deus é frágil como os outros insetos. Evite apanhá-lo, uma vez que isso sempre implica alguns riscos para ele (que pode acabar esmagado sem querer) e para você (que pode ser confundido com um predador e atacado).[8] As garrinhas do louva-a-deus não são nenhuma ameaça (na verdade, você até encararia o ataque dele com certa curiosidade e surpresa), mas esse tipo de evento é angustiante e potencialmente traumático para o seu bichinho de estimação. Sempre que precisar apanhar o louva-a-deus, estique sua mão e ofereça-a ele. Seja paciente e espere que ele suba nela.
      • Não precisa ter medo de apanhar o louva-a-deus nos dias de limpeza do viveiro. Se preferir, você pode usar luvas.
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      Não tenha medo de afagar seu louva-a-deus. Alguns gostam de ser acariciados na parte de cima do tórax (na altura em que as patas se conectam ao corpo).
      • Esse inseto desenvolve asas quando chega à maturidade. Ou seja, é capaz de voar. Nesse estágio da vida do louva-a-deus, você precisa fechar todas as portas e janelas sempre que for necessário abrir o viveiro.
      • Durante a ecdise, não perturbe e nem toque no louva-a-deus.[9] A ecdise é o processo em que o inseto se livra do exoesqueleto antigo e forma um novo — manuseie o louva-a-deus novamente apenas quando o novo exoesqueleto se formar.

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      Seja higiênico. Lave as mãos após lidar com o louva-a-deus, com o viveiro ou com os objetos do interior dele.

    Parte 6
    Procriação

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      Se você deseja ter vários louva-a-deus ao longo do tempo, deixá-los procriar é uma boa solução. A expectativa de vida desses bichinhos é bem curta: em seis meses, vão do estágio de ninfa à maturidade, depois têm mais seis meses de vida.[10] Na tranquilidade do cativeiro e com os cuidados adequados, podem viver um ano e meio. Identifique o sexo do louva-a-deus antes de mais nada — a fêmea tem seis segmentos sob o abdômen e o macho, oito. Após acasalar, a fêmea pode botar vários ovos e talvez devore o macho. Observação: fêmeas podem botar ovos sem acasalamento, mas, uma vez que não foram fertilizados, nenhum filhote nascerá deles.
      • Prepare-se para fazer as vezes de babá quando sua louva-a-deus fêmea cruzar. A barriga dela vai crescer e fazer com que ela perca a habilidade de voar. No fim da primavera ou no começo do outono, a fêmea botará os ovos, que devem eclodir apenas na próxima primavera.
      • A ooteca (ou seja, o estojo que protege os ovos) é dividida ao meio por uma espécie de crista. Ela não é tão bonita de se ver, mas deixe o nojo de lado!
      • Na primavera, os ovos vão chocar. As ninfas devem sair da bolsa por pequenos buraquinhos na ooteca. E um aviso: os filhos de louva-a-deus podem (e vão, se você não interferir) devorar uns ao outros se não forem separados. É comum que ninfas de louva-a-deus fiquem sem comer durante a ecdise para que consigam sair do antigo exoesqueleto com mais facilidade.
      • Alimente os filhotes conforme sugerido anteriormente.
      • Solte no jardim os filhotes que você não quiser criar.

    Dicas

    • Jamais toque um louva-a-deus durante a ecdise!
    • A ooteca do louva-a-deus é muito frágil, então, tenha cuidado.
    • Trate qualquer animal com cuidado. Lave as mãos após manusear o louva-a-deus, seu viveiro ou qualquer objeto que fique dentro dele.
    • Com cuidado adequado, um louva-a-deus pode viver por até um ano e meio.
    • O viveiro deve permitir a entrada de ar por cima e por baixo.
    • Algumas pet shops da internet vendem ootecas que podem ser deixadas no jardim e chocam após algum tempo. Isso vai aumentar a população de louva-a-deus da sua região, bem como a população total de insetos, e dar a você a oportunidade de avistá-los em seu habitat natural.
    • Ponha uma luz fluorescente acima do viveiro se você gosta de olhar para o louva-a-deus durante a noite. Essa luz também fornece nutrientes para qualquer planta viva que você possa manter no interior do viveiro.
    • Embora ameaçadores para outros insetos, os louva-a-deus não oferecem perigo aos humanos.
    • É preferível contemplar esse inseto em seu habitat a mantê-lo em cativeiro. Eles são lindos de se observar. E eles olham de volta para você. Quando um louva-a-deus aparecer para você, encare como um sinal de boa sorte — da mesma forma, matar um louva-a-deus pode trazer azar.
    • Para conhecer as diferentes espécies de louva-a-deus, leia a lista da Wikipedia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_esp%C3%A9cies_e_g%C3%AAneros_de_louva-a-deus.
    • Ao contrário do que crê o senso comum, louva-a-deus não estão em risco de extinção e matá-los não é ilegal. Isso não quer dizer que você deve matá-los! Em alguns países, como os Estados Unidos, é proibido soltar na natureza insetos de espécies não-nativas. Consulte o que as leis do seu país dizem sobre isso.
    • Comprar um louva-a-deus é a melhor opção. Ser capturado pode colocar o louva-a-deus selvagem em grande estresse, levando-o à morte.
    • Só apanhe o louva-a-deus quando estiver certo de que ele não vai arranhá-lo ou mordê-lo.
    • 75 a 250 filhotes podem chocar de uma única ooteca.

    Avisos

    • Não custa reforçar: não use um recipientes que já tenha armazenado produtos químicos como viveiro do louva-a-deus.
    • Não use venenos (fungicidas, pesticidas, inseticidas) nas plantas e demais objetos do viveiro do louva-a-deus. Isso vai matá-lo.
    • Colocar dois louva-a-deus juntos é uma péssima ideia. Eles não são pacíficos entre si depois de adultos e, cedo ou tarde, um pode acabar como refeição do outro.
    • Não deixe o viveiro do louva-a-deus passar a noite fora de casa. O frio pode matar seu bichinhos de estimação.
    • Se dois louva-a-deus comprados em pet shop acasalaram e tiveram filhotes, não os solte na natureza, a não ser que você esteja certo de que eles são uma espécie nativa de sua região. Além de interferir no equilíbrio ecológico, a introdução de espécies não nativas na natureza é ilegal.
    • Não use produtos tóxicos para limpar o viveiro, apenas água quente e, se necessário, um sabão líquido fraco. Se tiver dúvidas, pergunte ao atendente da pet shop a forma correta de se limpar o viveiro. "Fonte : wikihow"

    Materiais Necessários

    • Um recipiente para apanhá-lo (se necessário)
    • Terreiro ou similar
    • Gravetos, galhos e objetos em que o louva-a-deus possa se empoleirar
    • Comida viva, como as moscas e insetos detalhados acima
    • Painel aquecido ou outra fonte de calor para manter a temperatura ideal
    • Luz fluorescente, como as lâmpadas de LED (opcional)
    • Plantas e folhagem (opcionais), ou plantas artificiais
    • Luvas (opcionais)

    Fontes e Citações

    1. ↑ David Manning, Praying Mantis p. 173, in Need to know? Exotic Pets: Expert advice on buying and caring for unusual pets, (2008), ISBN 978-0-0726275-5.
    2. ↑ David Manning, Praying Mantis p. 172, in Need to know? Exotic Pets: Expert advice on buying and caring for unusual pets, (2008), ISBN 978-0-0726275-5.
    3. ↑ David Manning, Praying Mantis p. 172, in Need to know? Exotic Pets: Expert advice on buying and caring for unusual pets, (2008), ISBN 978-0-0726275-5.