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4 de abr. de 2015

Azulão


O azulão é uma ave passeriforme da família Cardinalidae.
Seu nome científico significa: do (grego) kuanos = azul escuro; e loxia = bico cruzado, tentilhão de bico forte; e de brissonii. brissonia = homenagem ao ornitólogo francês, Mathurin Jacques Brisson (1723-1806). ⇒ (Pássaro) azul escuro com bico forte de Brisson. Em ornitologia, loxia é usado para uma ampla variedade de “tentilhões” com bico forte ou aves parecidas com “tentilhões”.

Também é conhecida pelos nomes de azulão-bicudo, azulão-do-nordeste, azulão-do-sul, azulão-verdadeiro, guarundi-azul, gurandi-azul, gurundi-azul e tiatã.
Características

De bico avantajado e negro. O macho é totalmente azul-escuro, com partes azuis brilhantes. A fêmea e os filhotes são totalmente pardos com as partes inferiores um pouco mais claras. Canto Sonoro e melodioso. Emite um canto diferente no crepúsculo e pela madrugada.

As populações do Sul do Brasil, possuem tamanho corporal mais avantajado, quando comparado com as do Nordeste.


Subespécies

Possui cinco subespécies sendo que três ocorrem no Brasil:

Cyanoloxia brissonii argentina (Sharp, 1888) - ocorre no Leste da Bolívia até o Chaco do Paraguai, Oeste do Brasil e no Norte da Argentina. Esta subespécie é a de maior tamanho entre todas e também de um azul escuro, como a anterior. Difere, ainda, da forma nominal, por possuir, na face, uma faixa de cor cobalto prateado que se estende da sobrancelha à nuca.
Cyanoloxia brissonii brissonii (Lichtenstein, 1823) - ocorre no Nordeste do Brasil, dos estados do Piauí e Ceará até o estado da Bahia e Minas Gerais. De coloração azul claro.
Cyanoloxia brissonii brissoni (Macho adulto)
Cyanoloxia brissonii brissoni (Macho adulto)
Cyanoloxia brissonii caucae (Chapman, 1912) - ocorre no Oeste da Colômbia, nos vales do alto Rio Patía, alto Rio Cauca e Dagua. Difere da forma nominal por ser menor e ter uma tonalidade de azul nas costas mais brilhante.
Cyanoloxia brissonii minor (Cabanis, 1861) - ocorre nas montanhas do Norte da Venezuela, da região de Falcón até a região de Lara, Sucre e Monagas. Difere da forma nominal por ter o uropígio de uma cor azul mais brilhante.
Cyanoloxia brissonii sterea (Oberholser, 1901) - ocorre no Leste do Paraguai até o Leste e Sul do Brasil e Nordeste da Argentina. É um pouco menor e sua cor é um azul mais escuro que a forma nominal.
Cyanoloxia brissonii sterea (Macho adulto)
Cyanoloxia brissonii sterea (Macho adulto)
Alimentação

Sua alimentação é bem variada, sobretudo de sementes, frutas e insetos.

Reprodução

O azulão se reproduz entre setembro e fevereiro, constrói seu ninho não muito longe do solo e cada ninhada geralmente tem entre 2 e 3 ovos, tendo de 3 a 4 ninhadas por temporada. Os filhotes nascem entre 13 e 15 dias após a fêmea botar os ovos.

Casal de azulão


É encontrada na beira de pântanos, matas secundárias e plantações.

Esta ave é territorialista. Não é possível vê-la em bando. Se existe um casal em certa localização, só será possível encontrar outro casal em uma certa distância. Os filhotes de azulão ficam com seus pais até um certo tempo, depois já partem para uma vida “independente”, pois o instinto territorialista do azulão não o deixará ficar por perto após estar na fase adulta. Assim, o filhote terá que achar seu próprio território e sua parceria para acasalamento. Se um macho invade o território de outro, com certeza haverá um conflito, e será bem violento. Por isso existe um certo respeito entre as aves e seus territórios, mas sempre há aquele mais valente que, por território ou por uma fêmea, entrará em conflito e conquistará o desejado.

Distribuição Geográfica

Sua distribuição geográfica abrange do Nordeste do Brasil ao Rio Grande do Sul, bem como na Bolívia, Paraguai e Argentina.

Espécies de Pintassilgos ou Pintasilva



Famoso por seu canto, o Carduelis magellanica, conhecido como Black-Headed Siskin ou Black-Headed Goldfinch, encontra-se em doze países da América do Sul, só não é encontrado na Guiana Francesa e Suriname. Também é conhecido como Pintasilva e Pintassilgo Mineiro.

O Carduelis magellanica possui, 11 sub-espécies, sendo:
Magellanica Alleni que ocorre no Brasil (região Nordeste), Bolívia,
Paraguai e Argentina; no Brasil é conhecido como Pintassilgo Baiano ou Goianinho.
Magellanica Icterica ocorre no Brasil (região Central, Sudeste e Sul) e, no Paraguai.

• Magellanica Iongirostris ocorre no Brasil, Venezuela e Guiana.
• Magellanica Santaecrucis ocorre na Bolívia.
• Magellanica Capitalis ocorre na Colombia, Equador e Peru.
• Magellanica Paula ocorre no Equador e Peru.
• Magellanica Boliviana ocorre na Bolívia.
• Magellanica Magellanica no Uruguai e Argentina.
• Magellanica Peruana ocorre no Peru.
• Magellanica Tucumana na Argentina.
• Magellanica Urubambensis no Peru e Chile.

Características
Cada sub-espécie tem a sua característica, o Magellanica alleni é pequeno e com as parte inferior totalmente amarelo brilhante; o Magellanica icterica é de tamanho médio, tem a região da cloaca esbranquiçada e o amarelo da parte inferior tende ao esverdeado; o Magellanica longirostris tem o bico longo; o Magellanica magellanica é grande e tem a região da cloaca totalmente branca; o Magellanica santaecrucis tem babador negro no peito; outras sub-espécies tem o dorso bastante estriado; outras tem o dorso liso como a parte inferior no caso o Magellanica capitalis; as fêmas dos Magellanica de sub-espécies andinas são acinzentadas.
Tamanho e ou envergadura: varia de 11 a 13 cm de comprimento, depende da sub-espécie.
Cores tipos ou Variedades: o macho tem as partes inferiores, o baixo dorso e a nuca amarelas; alto dorso amarelo esverdeado; cabeça, asas e caudas negras. Asas e Caudas com marcações amarelas típicas do gênero. Bico e pernas negro-acinzentados. A fêmea é semelhante ao macho, só que com as cores menos acentuadas.

Tempo de vida natureza e ou cativeiro: Vivem mais tempo em cativeiro do que em liberdade; se bem tratados, chegam a viver por mais de 20 anos.

Canto: Canto longo e repicado; canta por mais de 2 minutos, variando os sons e mudando o tom. O canto metálico, com poucas variações de notas, porém num tom alto, é o mais desejado.
Em virtude a excelência do seu canto, pássaros nascidos em cativeiro são bastante procurados para o cruzamento com a Canária do Reino para a obtenção de mestiços de canto.

Alimentação
Na natureza adoram todo tipo de semente de capim, sementes de
picão, sementes do assa-peixe, sementes do dente-de-leão, sementes de colonião, sementes de serralha, flores do eucalipto, insetos dos pinheirais.

Sementes: Alpiste, Painços, Senha, Aveia, Nabão.

Frutas: Maçã.
Legumes / Verduras: Jiló, Pimentão; Couve; Agrião.

Rações: Ração extrusada para canários.

Outros: Osso de siba; larvas de Tenébrio; Farinhada com gema de ovo; Banhos de higiene e de Sol.
Comportamento
Sociável, fora da época de reprodução é comum serem vistos
em bandos de 20 a 100 indivíduos; no período reprodutivo tornam-se territorialistas. São facilmente reconhecidos pelo vôo ondulante, pelas faixas amarelas nas asas e, quando pousados, pelo canto incessante.

Confinamento

Gaiolas grandes (gaiolas para Canários n° 3 ou 4).

Reprodução: reproduzem com facilidade em gaiolões e viveiros arborizados.


Identificação: A fêmea é semelhante ao macho, só que possui as cores menos acentuadas, principalmente na cabeça. Os filhotes são mais esverdeados e de bico negro

Ninhos: em forma de taça; gostam de construir seu próprio ninho, porém, aceitam ninhos de corda com 8,5 cm de diâmetro.

Acasalamento: durante a primavera e verão.
Postura & Nascimento: de 2 a 4 posturas, com 3 a 5 ovos.

Incubação: período de 13 dias, os filhotes podem ser separados da mãe 35 dias de idade.

Alimentação: Alpiste, Painços, Senha, Aveia, Nabão, Papa para filhotes.

Fêmeas e jovens: As fêmeas não possuem o preto na cabeça. Os jovens machos, com poucos meses, já apresentam pintas negras na cabeça. Autor/Colaborador: Dante Daniel Testa

Canário-da-terra

canário-da-terra-verdadeiro ou canário-da-terra, Sicalis flaveola L., também é conhecido no Brasil como canário-da-horta, canário-da-telha, canário-do-campo, canário-chapinha, canário-do-chão, coroinha e cabeça-de-fogo. é uma espécie de ave da família Emberizidae. Originário daAmérica do Sul, é encontrado na Colômbia,EquadorVenezuelaPeruBolíviaBrasil,ParaguaiUruguai e Argentina. No Brasil, podemos encontrá-lo no MaranhãoMinas GeraisPiauí,CearáPernambucoBahiaEspírito SantoSanta CatarinaRio de JaneiroRio Grande do NorteRio Grande do SulSão PauloParanáMato Grosso,Mato Grosso do Sul e Goiás.

O tamanho aproximado do Canário da Terra adulto é de 13,5 cm, apresentando uma cor amarelo-olivácea com estrias enegrecidas nas costas e próximo das pernas. As asas e a cauda são cinza-oliva, as pernas são rosadas e o bico tem a parte superior cor de chifre e a inferior é amarelada. As fêmeas e os filhotes tem a parte superior do corpo na cor olivácea, com as penas acinzentadas. Com aproximadamente 4 a 6 meses de idade, os filhotes machos começam a cantar e levam cerca de 18 meses para adquirir a plumagem amarela características dos machos adultos.
Os Canários vivem em campos secos, áreas de agricultura, caatinga, bordas de matas, áreas de cerrado, campos naturais, pastagens abandonadas, plantações e jardins gramados. Quando não estão no período de acasalamento costumam ficar em bandos, podendo chegar até a grupos com dezenas de indivíduos.

Com cerca de 1 ano de idade os Canários da Terra já estão prontos para o acasalamento, sendo que a fêmea faz posturas que varia entre 4 e 6 ovos, e cada Canário- fêmea pode chegar a chocar 4 vezes por ano, podendo tirar até 20 filhotes por temporada. Os filhotes de Canário da Terra nascem com aproximadamente 13 a 14 dias de choco. Os ninhos são cobertos, parecendo com uma cesta, podendo usar desde crânios de boi até bambus perfurados, ou então utilizando-se de ninhos abandonados de outros pássaros como o joão-de-barro. 
Os filhotes de canário-da-terra são de cor cinzenta, independente do sexo, e com cerca de 9 meses de idade os machos começam a adquirir a cor dos adultos, que é predominante amarela, principalmente na cabeça com tons avermelhados, já as fêmeas não mudam muito, ficam com um tom cinzento amarelado. Os machos podem brigar entre si por fêmeas – que normalmente atiçam as brigas – até a fuga de um dos canários (muitos brigam até a morte, de onde advêm as rinhas com estas aves, muitas vezes em viveiros bem organizados, mas que por algum descuido, ocorrem naturalmente estas rinhas, geralmente ficando as duas aves praticamente sem penas na cabeça, quando há tempo de salvá-las. 
A alimentação é tipicamente constituída de sementes de gramíneas, como alpiste e painço, além de insetos (nunca será visto comendo pão ou restos de comida como um pardal).
O canário-da-terra faz ninho, na natureza, em cavidades, chegando a utilizar frequentemente, ninhos abandonados de joão-de-barro, assim como crânios de gado dispostos para tal em estacas, ou porongos pendurados com entrada adequada ao seu tamanho. Há referências a ninhos colocados no telhado das casas. São muito agressivos na defesa do ninho, chegando a atacar aves maiores que dele se aproximem. Em cativeiro, muitas vezes reproduzem-se em gaiolas de 70x40x30 cm, com uma caixa para ninho com 15 cm de lado e que tenha um furo para entrada. Normalmente, podem ser utilizados sacos de estopa cortados e desfiados para que a fêmea confeccione o ninho. 
Por ser um pássaro nativo do Brasil, é necessária uma licença do IBAMA para a criação em cativeiro. 

Canário Belga

canário é uma ave passeriforme de pequeno porte, pertencente a família Fringillidae. Tem origem nas Ilhas Canárias, localizadas na costa africana. São aves populares pela beleza do seu canto e por serem extremamente dóceis. São encontrados na natureza com uma bela plumagem na cor amarelo ouro. A partir de sua criação em cativeiro surgiram muitos canários com interessantes mutações de cores e portes. No Brasil, O canário mais popular é o Canário da terra (Sicalis flaveola). Este pássaro canoro se distribui por todo o País em muitas de suas formas.
Por ser um pássaro alegre, com uma bela plumagem e uma canto agradável, é muito comum os homens domesticarem os canários que tornam qualquer ambiente mais feliz. A criação destas aves é chamada de Canaricultura e é uma técnica que possui algumas exigências para uma criação bem sucedida.
A criação destas aves é muito apreciada por serem pássaros que conseguem adaptar-se aos mais variados tipos de alojamento; desde grandes aviários  ao ar livre, até gaiolas dentro de casa. Apesar de serem aves pequenas, os canários são robustos e resistem perfeitamente ao clima do Brasil. Atingem a maturidade sexual quando completam um ano de idade e a época de reprodução coincide com a Primavera. A fêmea põe de 4 a 5 ovos e o período de incubação é de 12 a 15 dias. O ninho é confeccionado com fibras vegetais, ervas e folhas de estevas, e aparece muitas vezes coberto por líquens, pêlos e penas.
O macho não participa do período de incubação. Porém, quando as crias nascem completamente indefesas, é papel do macho, procurar alimento, como sementes e frutos, que são fornecidos por ambos os progenitores. A plumagem das crias fica completa quando elas atingem de 11 aos 17 dias de idade, onde já estão prontas para saírem do ninho. No entanto, o macho continua a alimentar seus filhotes durante mais alguns dias antes de se tornarem completamente independentes. O tempo médio de vida destes animais é de cinco anos.
Criar canários em gaiolas é muito comum e esta prática é permitida pelo IBAMA. No Brasil existe um órgão responsável por toda essa organização de criadores de pássaros domésticos que se chama Federação Ornitológica do Brasil - FOB. Geralmente, os criadores de canários os identificam com um anel quando nascem e são tratados com muita dedicação e carinho. O interessante é que quando os canários se tornam adultos, participam até de concursos de beleza e canto. Geralmente, os concursos dos canários acontecem nos meses de junho e julho.

Arara-Canindé

As araras são aves muito bonitas e coloridas pertencentes à família Psittacidae e à ordem dos Psitaciformes. As araras são da mesma família dos papagaios, embora não consigam aprender tantas palavras quanto estes. Geralmente estas aves habitam as florestas tropicais (em diversos lugares do planeta, embora sejam originárias da América), no Brasil, podem ser encontradas algumas espécies no PantanalFloresta Amazônica e na Mata Atlântica. As principais espécies são: arara-azul, arara-canindé, arara-militar e arara-vermelha. Seu peso varia de 3 a 5 kg, seu comprimento pode chegar a 1 metro e sua idade pode atingir, em média, 60 anos.

Quando criadas em cativeiro a dieta da arara deve ser composta de amendoim,
 girassol,milho verde, mamão, laranja  e coco. São animais que se afeiçoam às pessoas do seu convívio com facilidade, principalmente a quem as alimenta e, como são bichos espertos, podem aprender a imitar o som de outros animais e até a dançar.Estas aves normalmente vivem em bandos e gritam muito para se comunicar, gostam de tomar banho de chuva, fazem seus ninhos nos troncos de árvores ocas ou em cima de palmeiras e se alimentam de insetos, larvas, brotos, frutas, castanhas e sementes.

As araras não são capazes de voar longas distâncias. Mesmo assim movimentam-se muito bem entre os galhos das árvores, devido ao formato de suas fortes patas, com quatro dedos (dois voltados para frente e dois voltados para trás) e do bico que possui formato de gancho com o qual gosta de arrancar cascas de árvores e, com isso, treinar a musculatura da mandíbula.
A maturidade sexual destas aves ocorre depois de três anos, e, quando chega a época da reprodução, as araras formam casais, a fêmea põe de dois a três ovos e a incubação dura mais ou menos 28 dias. Para que a reprodução possa ocorrer sem problemas, as araras precisam de boa alimentação e de um lugar sossegado.

Devido à comercialização ilegal e ao desmatamento a maioria das espécies está em extinção, sendo que, no Brasil, só existem dois tipos de araras não consideradas em extinção: a arara-vermelha e a arara-canindé. Todas as outras espécies são criadas em criadouros comerciais, fato que contribui para a perpetuação das araras. Os maiores produtores são, hoje, os Estados Unidos e a Europa, onde um exemplar pode custar até 15.000 dólares.

Periquito Catarina



Periquito Catarina, cujo nome científico é Bolborhynchus lineola, podem ser encontrados em estado selvagem no México, América Central e na América do Sul. Ainda não é muito conhecido entre os criadores, principalmente por ser uma ave nova, porém vem ganhando admiradores. 
periquito Catarina normalmente atinge cerca de 15cm a 18cm de comprimento, quando medido a partir do bico até o final das penas do rabo. São pequenos pássaros, que normalmente pesam cerca de 500 gramas quando adultos. Quando bem cuidado, o periquito Catarina poderá viver até 10 anos em cativeiro. Sua alimentação pode ser feita através de uma mistura de sementes de alta qualidade, podendo ser a mesma que é dada para o Periquito Australiano, juntamente com uma variedade de frutas e legumes frescos. 

Calopsita

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A Calopsita, cujo o nome científico é Nymphicus hollandicus. Tem origem das Regiões interiores da Austrália. Os machos tem a cabeça e as faces predominantemente amarelas, enquanto as fêmeas quase não apresentam a cor amarela.
As Calopsitas atingem cerca de 30cm a 32cm de comprimento, quando medido a partir do bico até o final das penas do rabo.
Sua alimentação é baseada em sementes vulgares para periquitos, ou seja, uma mistura de ingredientes, entre os quais diversos tipos de milho painço, aveia sem casca, sementes de girassol e cânhamo constituem uma alimentação base perfeita para estas aves apreciam alimentos verdes e frutos frescos. Também se alimentam de milho painço italiano. Especialmente durante a época de gestação, pode ser-lhes dado alimento à base de ovos. 
As calopsitas são aves gregárias e muito ativas que gostam muito de trepar, roer e interagir com outras aves da mesma espécie. Podem aprender a imitar a voz humana, mas não são muito exímias neste aspecto. São aves que, normalmente, tem um boa convivência entre si.